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sábado, 6 de agosto de 2016

VIDA PARALELA CAP 2


VAZAMENTO OU RUPTURA.
Então, partimos do principio de que nascemos ao mesmo tempo em duas dimensões paralelas, mas antagônicas. Chamamos desde o capítulo anterior de "dimensão (A), o mundo antimaterial e dimensão (B) o mundo material em que vivemos e que ambos nascem paralelamente. A única razão para que a ciência ainda não tenha detectado maiores porções de antimatéria, é o fato de que os cientistas trabalham ao nível de partículas elementares até que tenham condições  de detectar outras dimensões.
Os fenômenos não explicáveis, que povoam centenas de narrativas de visões fantasmagóricas, contradizem a afirmação de que a morte é apenas biológica.
Em Setembro de 2015, eu morava na praia de Ingleses do Rio Vermelho em Florianópolis. Eu morava em um apartamento térreo de dois cômodos. Ficava no mesmo terreno da residência dos proprietários. Haviam na propriedade 3 cães. Dois de origem japonesa, ( O proprietário era japonês) e uma cadela vira-lata. Numa madrugada de quinta para sexta, lá pelas 3:00 h da madrugada, os cães e mais vários outros da vizinhança, latiam raivosamente e me acordaram com o alarido. Levantei e fui até a cozinha abri a basculante e vi claramente a silhueta de uma mulher andando em direção ao muro nos fundos da casa. Abri a porta da cozinha e sai perguntando quem era e o que queria. Não obtive resposta e vasculhei o pátio todo sem encontrar nada.
No dia seguinte, falei para a dona da casa. Ela então me disse que a moradora anterior havia visto a mesma coisa em 3 oportunidades distintas. As pessoas envolvidas, estão todas viva e residem no mesmo local.
Não havia saída para os fundos e o muro era alto, alguém que quisesse pular teria dificuldades. O portão da frente estava fechado com o cadeado.
Concluo que provavelmente, um vazamento ou ruptura bidimensional, possa ser a única explicação lógica. Obviamente não há comunicação entre as duas dimensões, porque  eu falei claramente e não houve resposta. Embora morasse ainda por 3 meses no local, tal fato não voltou a ocorrer.
Na década de 60 eu morava em Porto alegre e em 3 ocasiões distintas, minha esposa me acordou avisando que batiam no assoalho a partir de um pequeno compartimento no porão ao lado da escada da cozinha. Embora vasculhasse em todas as ocasiões, não encontrava nada, nem marcas no piso ou na madeira embaixo do assoalho. Na última ocasião, nem fui olhar, bati fortemente sobre o local das pancadas e falei bem alto! - Para! Então as batidas, tão fortes que meu pé trepidava, pararam e não voltaram a acontecer embora morasse ali ainda por vários anos.
Em mais 3 oportunidades, fatos semelhantes aconteceram sem que eu tenha encontrado uma resposta lógica.
Quando morava em Rio pardo, um amigo me mostrou uma foto de um casal feita em uma escada interna do prédio da prefeitura. Ao fundo aparece uma menina, de pé, como um reflexo em uma janela de vidro. Ocorre que tal vidro não existe e não poderia ter ninguém ali. Fomos até o local e não haveria como tal fato ocorrer, mesmo porque o casal informou não haver ninguém no local. Apenas o casal e o fotógrafo que fez a foto.
Novamente aparece o vazamento como causa provável.
O mesmo pode ser aplicado a intrigantes narrativas de visões de OVINIS e outros fenômenos que só podem ser atribuídos a vazamentos. A ciência sabe da existência de tais vazamentos entre universos paralelos, ao constatar que a força de gravidade vaza deste para outro universo.
A premissa de que a vida é apenas biológica, uma teoria predominante por muitos anos entre pesquisadores, começa a perder força, no momento em que surgem sinais de que estamos diante da descoberta do que a ciência cautelosamente chama de uma nova física. Esta nova física muda o rumo das investigações e leva pesquisadores a tentar aprofundar os esforços para avançar, lenta e penosamente. Mas eu creio que nos próximos anos, teremos grandes novidades. Até lá, vou continuar pensando que estamos batendo às portas de uma nova era em que será possível explicar todos os mistérios que nos cercam e que nos intriga desde que nascemos.
Lauro Winck
No próximo capítulo vamos tentar  imaginar a vida, sem as leis físicas da matéria.


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