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sábado, 16 de julho de 2016

VIDA PARALELA


As últimas pesquisas científicas tem revelado sinais de uma nova física ainda não identificada, mas que foge aos conceitos consagrados no modelo padrão. Desde a descoberta da existência da antimatéria, sua incompatibilidade com as leis físicas do mundo material, a constatação da existência do bóson de Higgs e ultimamente a descoberta do pentaquark, sem dúvidas estão apontando para uma nova era em que muitos dos grandes segredos da vida virão a tona e nos mostrarão uma nova realidade. Tudo começou com a duplicação da potência do LHC o grande colisor gigante entre a Suíça e a França.
A constatação de que o nosso universo é composto de 74% do que os pesquisadores chamam de matéria obscura, pode ser composta de antimatéria. Sobrando para o mundo material apenas 26% de ocupação do espaço restante. Isto pode revelar o primeiro grande segredo. Mas, porque essa desproporcionalidade tão grande? Para entendermos, precisamos primeiro entender a antimatéria. Ela nasce junto com a matéria e desaparece 3 milésimos de segundo depois. Mas, ela vai pra onde? Além disso os estudos apontaram para a hipersimetria, nome que os pesquisadores deram a cópia de antimatéria, espelhada que nasce junto com toda a matéria que existe.
Além disso, a teoria da física quântica alterou o modelo padrão e aponta para a existência de 11 dimensões e não apenas as 3 que conhecemos, além de múltiplos universos. A antimatéria é energia pura, a mais poderosa energia que podemos imaginar. A primeira coisa a ser especulada, foi a possibilidade de uso de tal energia como fonte combustível, mas me parece pouco provável, pois ela simplesmente não pode sequer tocar na matéria porque ambas se aniquilariam mutuamente, gerando um mini buraco negro. Aqui fica fácil deduzir que toda a matéria perecível gerada no universo, permaneça intacta em sua forma imaterial. Assim, temos uma explicação para a imensa quantidade de antimatéria existente, pois que toda a matéria extinta, permanece viva em sua forma anti-material.
Agora vamos pensar em nossa própria existência, Se nascemos com uma cópia antimaterial que logo desaparece, deve haver uma razão para isso e obviamente ela desaparece desta dimensão acomodando-se em outra dimensão paralela. A chamada matéria obscura, (alguns pesquisadores admitem que pode ser sim, antimatéria) não pôde ainda ser detectada em sua plenitude, ( apenas uma ínfima amostra) mas, pode causar perturbações, como interferência na órbita de corpos celestes e até mesmo de galáxias inteiras. Recentemente os pesquisadores detectaram o que pode ser um segundo bóson de Higgs de comportamento estranho. Hora! Toda esta estranha confusão abre um leque de possibilidades e aí, eu me atrevo a especular com a imunidade que minha condição de não cientista me permite. Então, a partir daqui, vamos organizar da seguinte forma: Vamos chamar de Dimensão (A) a dimensão que comporta nossa cópia antimatéria e Dimensão (B), a que comporta nossa cópia material. Mas, porque a inversão?, (espelhamento). Nós já sabemos que a antimatéria pode causar oscilações no campo material. Desta forma, analisemos então nossa própria forma de interação entre um e outro campo. Se somos na origem, um ser composto de antimatéria incompatível com as leis físicas, obviamente precisamos nos adaptar a dupla realidade, começando pelo nosso próprio nascimento. Se, somos originalmente, energia, precisamos da matéria para sermos concebidos e conseqüentemente sermos trazidos à vida.
O espelhamento, pode simplesmente ser necessário para que o coração antimaterial, não interfira com os batimentos cardíacos de nossa cópia material. Vamos no próximo capítulo analisar do ponto de vista pessoal, de como isso tudo pode explicar, porque afinal nosso corpo funciona e o que faz com que viva e se movimente. Este, um mistério completo até para a ciência que até hoje não conseguiu explicar a fonte de energia que nos permite viver, andar etc. Nem mesmo puderam ainda nos dizer, onde fica nosso sub-consciente? No corpo físico até agora não foi detectado nada.

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